terça-feira, 2 de dezembro de 2014

[01/12/2014 Segunda-feira]

Dia de ficar em casa, a fazer companhia aos animais de estimação. Mas nada como acordar, ligar o facebook e a primeira coisa que vir é um mega spoiler sobre a série The Walking Dead. Dado, nada mais, nada menos do que pela minha grande amiga Vanessa, que claramente não tem qualquer consideração por mim. Acho que vou ficar-lhe com as prendas que lhe ia dar.

Portanto, depois de ter sido spoilada, e bem spoilada, achei que mais valia ver o episódio, mal acabasse de pedi-lo emprestado à Sr.ª Internet (e depois de ver alguns episódios de The O.C. que comecei a ver à conta da minha amiga Juliana). Assim, fiquei o episódio todo à espera de ver o inevitável acontecer (e aqui não vos poupo, porque o episódio já saiu há quase dois dias): a Beth morrer.

The Walking Dead (5.08)
Apesar de tudo, fiquei um bocado chocada com a morte dela. Mas não entendi bem porque é que ela disse aquilo à Officer Dawn Lawson: "I get it now". O que é que ela ficou a compreender antes de morrer? E será que vimos o fim da Emily Kinney na série? Ou ainda temos direito a alguns flashbacks? É que mesmo não sendo a minha personagem favorita, pensava que não valia a pena estar a matar personagens agora - mas quem sou eu para dizer alguma coisa, que não entendo nada de televisão?

Anyway, ao menos ficou confirmado que Daryl Dixon não é gay. (O que para mim é uma pena, porque até estava interessada em que fosse. By the way, o que será que aconteceu aos gays do planeta? Foram dançar ao som de Thriller depois de terem morrido por serem incapazes de se defenderem?) Mas não tenho a certeza se ele estava apaixonado pela Beth; nunca deram a entender nada romântico da parte dele, mas também, era um bocado difícil quando metade do cérebro dele tem 10 anos e a outra metade é completamente selvagem.

The Walking Dead (5.08)
Agora lá vou ter de esperar até Fevereiro para ver o resto da temporada. E eu que tinha pensado em desistir desta série, acabei por ficar mais entusiasmada com ela que nunca.

O resto do dia não fiz nada de interessante, o que é costume durante a semana. Passei parte da tarde a ver alguns episódios de The O.C. (que está mesmo mesmo bom - aquele Ben McKenzie é mesmo bem-parecido, e ficou melhor com o tempo, ehehe), quando devia estar a fazer o trabalho para Geologia e Hidrologia.

The O.C. (1.08)
Fiquei tão contente com este momento. Estes dois fazem-me mesmo lembrar Stydia de Teen Wolf (que é parte da razão por que comecei a ver esta série).

Até à noite não aconteceu nada de especial. Excepto que o meu gato lindo e maravilhoso deixou-se ficar no meu colo e tive de tirar uma fotografia para a posteridade!

Ana Lobo © 2014
Aquela coleira verde fluorescente com brilhantes não foi escolha minha, mas do meu pai. O que raio lhe passou pela cabeça? Enfim. O meu gato é ou não é fotogénico? Miau.

Outfit/Make up
Ana Lobo © 2014
Ana Lobo © 2014

The Fountain

Depois de ter passado algum tempo a pensar no filme, cheguei a à conclusão que a premissa é um pouco semelhante à do filme The Hours (2002), onde passado, presente e futuro se entrelaçam para contar uma história. No entanto, percebi um pouco melhor o filme em questão que o filme com a Meryl Streep.

Ainda assim tive de ler a review que a minha amiga Liliana, a pessoa que me disse para ver o filme, escreveu e após ter dado uma vista de olhos ao apontamento no seu perfil de facebook, devo dizer que estive bastante perto de compreender o mesmo que ela depreendeu do filme.

No fundo trata da realização pessoal por meio do desejo e da aceitação de que há coisas que estão fora do nosso alcance neste momento, mas não no futuro. Passa muito por uma alegoria dos ensinamentos da Kabbalah, que desconheço completamente, mas pelos quais fiquei interessada em perceber.

Uma vez que não tenho qualquer capacidade para explicar o filme a fundo, achei melhor não me pôr a tentar adivinhar e antes, se assim o quiserem e se ela mo permitir, partilhar a sua review aqui. Penso que está bastante compreensível e bem elaborada.

The Fountain (2006)

[30/11/2014 Domingo]

Logo pela manhã, montámos a árvore de Natal (um pouco mais cedo que o habitual, mas como no fim-de-semana que vem vamos para Viseu, teve de ser agora). Com as novas decorações que comprámos no Continente, da marca Kasa, super baratas, a nossa árvore ficou um mimo; muito mais bonita que nos anos anteriores - as nossas decorações natalícias devem ter no mínimo uns 15 anos.

Ana Lobo © 2014
Se é possível, este dia foi melhor que ontem. Só pelo almoço já valeu a pena (mais uma vez, a comida a comandar o meu quotidiano). Já andava com esta ideia há algum tempo. Por isso lá convenci o meu pai a fazer-me a vontade e a refeição tirou-me a barriga das misérias.


Açorda de Bacalhau à Alentejana - Ana Lobo © 2014
Pode não parecer, mas enche.

Depois do almoço, fomos ao Fórum Sintra. Eu ainda perguntei porque não ao Cascaishopping visto que o meu pai tinha falado no dia anterior que ia lá trocar as cápsulas que vieram por engano. Mas acharam que não valia a pena ter tanto trabalho. Assim, no Fórum, aproveitámos e fizemos mais umas compras de Natal.

A minha preocupação era sobretudo com a prenda do meu irmão e da minha amiga Vanessa. Os meus pais andaram a ver uns corta-ventos da Pull & Bear para lhe "oferecer" (na verdade ele veio connosco para experimentar os casacos, assim acabaram por não ser tanto uma surpresa) e eu só observava o que ele gostava para ter ideia do que lhe oferecer.

Este ano, ele decidiu "armar-se em Raquel" (esta expressão ganhou força porque eu - Raquel - gosto imenso de comprar roupa) e assim a minha prenda seria algo dentro do que ele gostava e queria. Acabei por lhe comprar uma T-shirt da Tiffosi, uma das marcas que ele gosta de vestir.


Tiffosi © 2014
Estava a 15€ e acabei por escolher esta de entre a variedade de T-shirts que eles têm sempre porque:
1. é cinzenta, uma das cores que ele mais gosta de vestir;
2. tem o tema de carros/corridas, pelo qual ele é perdido.

Ainda assim, não sei se lhe compro mais qualquer coisa, porque ele é meu irmão e porque merece. Tenho de investigar.

Para a Vanessa, comprei uns pequenos mimos, que tenho quase a certeza que ela vai gostar.


Ana Lobo © 2014
À esquerda, um rímel Super Colour Mascara em castanho a 5,90€; ao centro um batom Pearly Kiss Balm com cheiro a maracujá a 5,90€; à direita, uma sombra macropearly light beige a 2,90€. A minha mãe acabou por me oferecer esta prenda para a Vanessa.


Ana Lobo © 2014
E o típico chocolate que ninguém dispensa. A moça da loja embrulhou, mas era um pacote com quadradinhos de chocolate do mesmo género dos quadrados de chocolate da Lindt, mas com a temática de Natal. Custou-me 4,95€ na Hussel.


Além destes presentes, comprei ainda sacos de papel para colocar a maquilhagem, visto que a minha mãe se esqueceu de pedir à moça da caixa na Kiko para colocar dentro de um. Quando puder, compro papel de seda para colocar dentro dos sacos para fazer volume e ficar uma coisa como deve ser.

Ana Lobo © 2014
Obviamente, vou escolher o cor-de-rosa. A Vanessa gosta de tudo o que é cor-de-rosa. (Curiosidade: Vanessa é um anagrama do nome Esther Vanhomrigh, uma amiga chegada de Jonathan Swift, autor do poema 'Cadenus and Vanessa', e foi usado para nomear um género de borboletas.)

Ainda neste dia, recebi mais umas coisinhas, com as quais não estava a contar. Prendas de Natal adiantadas.

Ana Lobo © 2014
As calças da cor que já andava à procura há tanto tempo e que não esperava encontrar precisamente quando já tinha desistido. Custaram 17,99€ na Pull & Bear e, apesar de não ter bolos à frente (onde vou pôr as minhas mãos?), fiquei contente por ter comprado o tamanho 38. Mas ainda não sei se é por estar mais magra ou se é porque as calças são elásticas...

Ana Lobo © 2014
Na Primark encontrei este conjunto de brincos muito natalícios que me deixaram num estado de fofura tal que tive de os comprar. Os meus preferidos são sem dúvida as árvores de Natal. Mas não sei de que tipo de material são feitos - espero não fazer alergia. O conjunto todo ficou a 3€.

Ana Lobo © 2014

Ana Lobo © 2014

Ana Lobo © 2014
No Hiper China onde moro, pude comprar algumas coisas baratinhas que até me faziam alguma falta: umas formas para fazer biscoitos (que penso fazer para o Natal de uma receita que vi na Internet - é provável que me corra mal, mas enfim) de metal a 0,95€; umas cuecas azuis escuras para o ano novo (é uma tradição já e se não as compro agora, na altura está tudo esgotado; a cor azul traz boa sorte e boas relações interpessoais) a 1,50€; e 3 elásticos que não deixam marca no cabelo, todos a 1€.

À noite, como não tinha muita coisa para fazer (visto que às Segundas-feiras não tenho aulas e posso levantar-me mais tarde), decidi ver um filme. Pedi a opinião ao Paulo, um amigo, sobre que filme ver e ele disse-me para ver o Star Trek Into Darkness, sequela de Star Trek. Ele assegurou-me que se gostei do primeiro, ia com certeza gostar do segundo, mas tenho as minhas reservas quanto ao filme. A história pareceu-me original e fluída, mas um pouco óbvia e desinteressante. Para mim o ponto alto do filme foi, sem dúvida, ver o meu querido Benedict Cumberbatch (ou, como lhe chamo carinhosamente, Benedito Pepino) aos saltos e pontapés como um actor de acção badass que não é costume ver em Sherlock. A minha grande questão neste momento é: será que vai haver um terceiro Star Trek? Não sei bem se quero ou não.

Star Trek Into Darkness (2013)
Outfit/Make up
Ana Lobo © 2014
Ana Lobo © 2014